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Vamos Aposentar o Belão 2 - Familia Lins Nepotista e suspeitas sempre


O nepotismo é uma praga da administração pública com raízes profundas.
Na célebre carta ao rei de Portugal Dom Manuel, datada de 1º de maio de 1500, Pero Vaz de Caminha solicitou um emprego para o genro. “Peço por me fazer singular mercê, mandar vir da Ilha de São Tomé, Jorge Dozoiro, o meu genro, o que dela receberei muita mercê”, escreveu Caminha. O trecho foi lido na quarta-feira 20 pela ministra Cármen Lúcia durante a sessão em que o Supremo Tribunal Federal decidiu dar um basta à contratação de parentes no País, sem concurso, em cargos de chefia, direção ou assessoramento na administração pública.
O STF aplicou ao Legislativo e ao Executivo a proibição que está em vigor no Judiciário desde 2005.
A regra disciplina órgãos das esferas dos Três Poderes em níveis federal, estadual e municipal. “Trata- se de gesto ilegítimo de patrimonialização do Estado”, disse o ministro Celso de Mello. Quem for enquadrado deverá ser demitido sob pena de sofrer ação do Ministério Público. Só estão livres da restrição ministros e secretários de Estado e de municípios.
Segundo cálculo do relator da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que previa o fim do nepotismo na Câmara, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), cerca de 1.500 servidores em cargos de confiança no Congresso Nacional têm grau de parentesco com parlamentares.

Na Câmara, existem pelo menos 16 filhos e 12 mulheres de parlamentares empregados em cargos de comissão. 

O deputado Átila Lins (PMDB-AM), por exemplo, emprega um filho e já teve uma filha trabalhando com ele, exonerada em outubro de 2007.

Um dos casos mais clamorosos, porém, envolve seu irmão, o presidente da Assembléia Legislativa do Amazonas, Belarmino Lins. Ele tem 12 parentes trabalhando em seu gabinete em Manaus, entre os quais a mulher e cinco filhos. Lins já empregou a mãe de 80 anos, mas diz que a exonerou.
Perguntado sobre o que sua mãe fazia no gabinete, Belarmino Lins disse: “O que uma mãe faz? Aconselha os filhos, os protegem, os orienta.” Para exercer essas tarefas, uma mãe, obviamente, não precisa ocupar um cargo público. Afinal, a administração do País não é a casa-da-mãe-Joana.

Mais uma criança dessa familia boazinha, leiam,
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

George Lins responde por estelionato

O irmão do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, deputado Belarmino Lins, George Antithenes Lins de Albuquerque, preso em 2 de dezembro por agentes da Polícia Federal quando tentava sacar cerca de R$ 2 milhões e 600 mil da conta da prefeitura de Tefé, responde a processos por estelionato. George e o ex-prefeito de Nova Olinda do Norte, Sebastião Rodrigues Maciel, são acusado de crime de estelionato majorado e crimes contra o patrimônio. O Processo corre na 2ª Vara Federal. Sebastião, que de acordo com fontes do Portal do Holanda  é protegido dos  irmãos Lins, esteve à frente da prefeitura de Nova Olinda do Norte  durante 8 anos. Ele teve as contas rejeitadas pelo  Tribunal de Contas do Estado, no  exercício  de 2001 a 2004.  O ex-prefeito tem ainda na Justiça Estadual  4 ações na Vara da Dívida Ativa, uma no valor de R$ 1.781.375,00 e outra 16 Vara Civil de Acidente de Trabalho, onde figura juntamente com a Demac Construtora, dos irmãos Lins.Contra ele consta ainda no site do Tribunal Regional Federal da Primeira Região, na 3ª Vara Federal, uma ação civil de improbidade administrativa - referente ao Conjunto Residencial Ariranhas, onde também aparecem como requeridos, Augusto Manoel de Siqueira Cavalcanti Carvalho, Nivaldo Antonez Monteiro, Francisco José Correa Siqueira, Fernando Henrique Alves Pedrosa, Marco Aurélio de Mendonça, Rui Lima Toscano, Wellington Lins de Albuquerque, Dário Raimundo Rocha de Castro e Waldison da Cruz.

Fonte - Revista Isto e - Portal do Holanda



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