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Marcelo Ramos 40 fala sobre modelo Zona Franca e aponta alternativas econômicas



O modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) foi avaliado pelo deputado estadual Marcelo Ramos (PSB), durante discurso, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), nesta quarta-feira. Além da reflexão sobre o modelo e seu futuro, também apontou alternativas.  Ele enfatizou  ainda   que o Estado vive a angustia da votação do projeto de prorrogação da Zona Franca no Senado e lembrou que  na pauta da semana que vem, que será a última de antes  do processo eleitoral  o PL não está incluído. “Quero crê que haverá esforço da bancada para incluir o projeto na votação”, disse.

A Zona Franca, de acordo com o deputado,  cumpriu  papel  importante para preservar o meio ambiente, pois o modelo é o responsável pela preservação  da floresta em pé, pois se  não houvesse o modelo, a teria derrubado
.
“Ao comparar com outros Estados, percebe-se que temos um modelo menos degradante do posto de vista ambiental”, avaliou.

Na opinião do parlamentar, o modelo foi capaz  de resolver e garantir emprego e renda e fortalecer a capital do Estado, no entanto não deu respostas concretas ao interior do Amazonas, que não têm alternativas econômicas para geração de emprego e renda.  Ramos  lamentou que  seis cidades do Amazonas estão entre  os municípios mais pobres do país. “A cada avaliação de índices sociais, batemos recordes, por conta do esquecimento do interior. 
Então, é necessária a  criação de um modelo econômico que gere emprego e renda para os municípios também”, analisou.


Alternativas

Entre as opções apontadas pelo deputado para um modelo mas eficaz, está a retirada  do aparelhamento da estrutura administrativa,  a seguir realizar um esforço sidérico entre os governos estadual e  federal para garantir regularização fundiária, pois sem isso o homem do interior não conseguirá fomento;  legalização dos planos de manejo; realização de empréstimos aos trabalhadores sob o ponto de vista técnico e não político e, por fim, orientação do plano de construção de vicinais, que também devem ser recuperadas de formas mais técnicas .


Ramos citou que também deve-se explorar o potencial turístico do Estado e fazer com que a bio-indústria realize ações efetivas, explorando as potencialidade das cadeiras produtivas, como o abacaxi, banana, açai e pisicultura .

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