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Aumento parcelado para professores pode gerar greve em Manaus (Prefeitura)


Chumbo Grosso, mesmo com a desaprovação dos professores presentes na CMM(Câmara Municipal) o reajuste ridículo e parcelado foi aprovado, “A desculpa agora é sempre a mesma, a crise atual do País, ou seja, o covarde prefeito culpou a Dilma indiretamente”, vamos ao fato.

MANAUS - O prefeito Artur Neto (PSDB) sancionou, na noite desta segunda-feira (13), a proposta de reajuste de 9,5% da data-base dos salários dos professores da Secretaria Municipal de Educação (Semed). O projeto de lei foi aprovado poucas horas antes pelos vereadores na Câmara Municipal de Manaus (CMM), logo após o retorno do recesso parlamentar.
De acordo com o prefeito, o documento vai ser publicado no Diário Oficial do Município (DOM) desta segunda-feira, na versão on line, e vai circular na versão impressa nesta terça-feira (14). O reajuste de 9,5% será repassado de forma parcelada, sendo que os primeiros 4% serão pagos nos vencimentos de julho, retroativos ao vencimento do mês de maio.
Os demais 5,5% serão pagos em outubro e os reajuste de 10% no auxílio alimentação serão repassados a partir de janeiro de 2016. Com o aumento, 15.255 servidores da rede municipal de ensino são beneficiados, dos quais 12.485 são professores.
Segundo a Semed, atualmente, o professor que leciona 40 horas semanais recebe um vencimento de R$ 2.945,32 e o de 20 horas R$ 1.472,66, ambos recebem, ainda, mais 10% de regência de classe, além de vales alimentação e transporte. Estes valores serão reajustados conforme o calendário já repassado aos profissionais.
A prefeitura reforça que todas as negociações com os servidores municipais foram acompanhadas pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam).
Na CMM, o projeto foi aprovado sob protestos de aproximadamente 50 professores, e contrários ao reajuste de 9,5%, vinculados à Associação Movimento de Luta dos Professores de Manaus (Asprom).
Desculpa do Prefeito de Manaus, o viajador e festeiro Arthur Neto

Arthur Neto, “Em tempos de crise, quando vemos que muitas administrações estaduais e municipais sequer deram qualquer aumento, podemos dizer que a Prefeitura de Manaus dá exemplo de como se organizar para não deixar os profissionais da educação sem reajuste. Estamos fazendo um esforço enorme no sentido de melhorar a educação. Temos que pisar no chão e ser realistas. O País inteiro passa por dificuldades, então fazemos aquilo que está dentro de nossas possibilidades”, afirmou o prefeito.

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