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Dilma e PT tentam se livrar das denúncias mais TSE é a favor do povo.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta terça-feira (30) um pedido apresentado pelo PT para cancelar um depoimento a ser dado pelo empreiteiro Ricardo Pessoa numa ação em andamento na Corte que visa cassar o mandato da presidente Dilma Roussef e do vice-presidente Michel Temer. Por unanimidade, os ministros entenderam que o instrumento processual apresentado – agravo – não era adequado para anular o procedimento. Por isso, o teor do pedido foi sequer discutido na sessão de julgamento.
O depoimento de Ricardo Pessoa está marcado para o próximo dia 14 de julho e foi pedido pelo PSDB dentro da ação, que busca declarar a petista inelegível e empossar em seu lugar o senador Aécio Neves, segundo colocado na disputa eleitoral do ano passado. 
Relator do caso no TSE, o ministro João Otávio Noronha explicou que o pedido também foi rejeitado porque cabe ao juiz responsável pelo caso analisar que provas podem ou não contribuir para o processo. “O destinatário da prova é o juiz. Ele é que sabe se precisa ou não obter esse depoimento”, disse a jornalistas ao final da sessão.
Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia, é considerado o chefe do cartel de empreiteiras que, segundo investigações da Operação Lava Jato, fraudava licitações na Petrobras para assinar contratos superfaturados mediante pagamento de propina a ex-diretores e políticos.

Na última quinta, o Supremo Tribunal Federal aprovou o acordo de colaboração pelo qual Pessoa se comprometeu a apontar crimes e supostos envolvidos no caso em troca da redução de sua pena.
Segundo reportagem da revista “Veja”, nos depoimentos já realizados na delação premiada, Pessoa teria relatado que, no ano passado, o então tesoureiro da campanha eleitoral de Dilma, Edinho Silva, pediu a ele dinheiro para a campanha, sob o risco de perder contratos na Petrobras. Dilma e Edinho negaram ilegalidade na doação de R$ 7,5 milhões feita pela UTC.

Noronha explicou que o depoimento de Pessoa foi marcado pelo fato de ele ter sido citado no depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa na ação em curso no TSE. Além de Paulo Roberto, o doleiro Alberto Youssef também já foi ouvido no processo. Ambos são delatores na Operação Lava Jato. 

A ação do PSDB foi protocolada no mesmo dia em que Dilma recebeu o diploma do TSE que confirmou sua eleição e permitiu a ela tomar posse no novo mandato. A peça aponta que campanhas do PT teriam sido financiadas com dinheiro de corrupção, o que tornaria a eleição de Dilma "ilegítima". Além disso, o PSDB também cita casos de suposta utilização da máquina administrativa e abuso do poder econômico que teriam sido cometidos pela petista na disputa. O objetivo de Noronha é julgar o processo até setembro.

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