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O Futuro da política no Amazonas por Marcelo Ramos

O futuro da política no Amazonas.
Hoje o Portal do Holanda publica nota na coluna bastidores analisando o futuro da política no Amazonas. A ilustração da matéria expressa bem uma forma míope de enxergar as coisas.
Vejam. A ilustração e o conteúdo tratam do futuro como se só existisse vida na política entre os velhos mesmos políticos de sempre. Como se  futuro da nossa gente estivesse nas mãos de Braga, Omar, Melo, Artur, Vanessa e Pauderney.

Essa análise comete dois equívocos. O primeiro é ignorar o desejo do povo, dos eleitores, que são os verdadeiros protagonistas da nossa história. O segundo é ignorar que existe uma nova geração de políticos que certamente assumirá cada vez mais importância no cenário político local.
É crescente o número de pessoas que já não se enxergam nesses velhos política. As últimas eleições confirmam isso. Em 2010, Hissa teve 10% votos em Manaus. Em 2012, Henrique teve 15% dos votos em Manaus. E em 2014, eu tive mais de 17% dos votos em Manaus. Os números são claros a confirmar que é um erro considerar o futuro sem o surgimento de uma nova geração.
Depois da experiência de 2014 em que os eleitores puderam optar por um novo caminho, por um caminho de mudança e modernidade, seria frustrante ter uma eleição com "um confronto direto entre dois ex-aliados, os senadores Omar Aziz e Eduardo Braga". 

Tenho certeza de que 2016 será o marco de uma virada geracional na política de Manaus e do Amazonas, começando a pintar o nosso futuro com as cores da modernidade.

Marcelo Ramos

Um comentário:

  1. O Amazonas como o resto do país, não produz matéria prima política, que atenda ao mercado eleitoral cada vez mais exigente. É preciso mudar a maneira de governar através de ferramentas assistencialistas, pois já chegamos ao fundo do poço, e não tem como manter essa prática marqueteira. Os políticos do Amazonas tem que pensar como um gestor de uma grande empresa, com visão desenvolvimentista assegurando a qualidade de vida e o bem estar do cidadão. A cidade de Manaus está chegando a 3 milhões de pessoas e os investimento nas áreas de saneamento, logística, moradia, creches, industrial é uma pouca vergonha. Outra coisa, basta acompanhar ausência dos representantes políticos nas comissão de infraestrutura e desenvolvimento econômico para o Estado. A recuperação BR 319 é questionada por muitos empresários e brasileiros que querem investir em nosso Estado, mas prática do cerceamento continua impor uma política desastrosa para as populações que tenta sobreviver isoladas na região.

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