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Arthur Neto (PSDB) dá pino a empresas de transportes coletivos em Manaus – La vem greve

Manaus - O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) disse, nesta segunda-feira (24), que a Prefeitura de Manaus, desde o mês de maio, não repassa às empresas de ônibus as parcelas do subsídio do transporte público e o valor já chega a mais de R$ 7,7 milhões.
De acordo com o advogado do Sinetram, Fernando Borges, algumas empresas estão “até deixando de pagar seus impostos para não deixar de honrar compromissos com os trabalhadores e fornecedores de diesel e peças”, disse. “Os atrasos do subsídio, do pagamento da operação nas eleições, no valor de R$ 6,5 milhões,  e mais a crise econômica têm prejudicado o equilíbrio financeiro das empresas”, completou.
A  Secretaria Municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno (Semef) informou que já foram repassadas, até julho deste ano, R$ 12.984 milhões em subsídios ao Sinetram. A última parcela paga, neste mês de agosto, somou R$ 3.896 milhões, segundo a Semef. 
A Semef informa, ainda, que em virtude da crise econômica, “que tem afetado drasticamente as receitas do município”, quatro parcelas ainda encontram-se pendentes. “De acordo com a programação da secretaria, duas destas deverão ser quitadas no próximo mês de setembro, e as restantes ajustadas nos meses subsequentes”. 

Dissídio
De acordo com Borges,  em maio o Sinetram e o Sindicato dos Rodoviários chegaram a um acordo para o Dissídio Coletivo de 2015/2016. 
Com o reajuste salarial de 8%, o salário dos motoristas passou a ser de R$ 2.093,98, cobrador R$ 1.046,98 e administrador de linha R$ 2.293,54. “Além disso, a categoria recebe ticket alimentação, vale-lanche, cesta básica e plano de saúde”, afirmou ao descartar paralisação do transporte público, em Manaus, por questões salariais.

Fonte: D24

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