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Davi Almeida e a quebra do círculo vicioso nas licitações e a repactuação de contratos na saúde que gerou uma economia de R$ 315 milhões

AMAZONAS - Quando se quebra um círculo vicioso como licitações direcionadas e superfaturadas, contraria-se interesses de quem desenvolveu este círculo e quem os manteve.

Quando o governador Davi Almeida iniciou a repactuação de contratos na saúde que gerou uma economia de R$ 315 milhões no seu primeiro mês de mandato, não apenas interrompeu esse círculo como também colocou um alvo em si, sua equipe e familiares.

A exemplo do que aconteceu ano passado, quando foi "deflagrada" a operação maus caminhos desmontando um esquema que foi articulado sabe-se lá há quanto tempo, mais uma vez tenta-se atribuir algo ao governador Davi Almeida. Com que objetivo? A mando de quem?

Davi Almeida vem tentando manter este imenso barco que estava naufragando, desde que assumiu, pelo menos com um rumo certo. Vem sofrendo ataques desde que ganhou notoriedade e apoio popular por pura e simplesmente trabalhar: "Este governo vai ter a minha cara!", sentenciou ao assumir.

Foi mostrando trabalho e, quando decidiu repactuar contratos da saúde, mexeu em um vespeiro e colocou em suas costas um alvo. Ser alijado do processo eleitoral pelo próprio partido foi seu primeiro castigo, mesmo tendo boa aceitação popular e despontar como uma nova liderança. Sofreu ameaças calado o quanto pôde. Ontem desabafou. “Não quero briga com ninguém. Minha briga é contra os problemas.” A declaração do governador Davi Almeida completou o desabafo, após entregar o Centro Cirúrgico do Hospital e Pronto Socorro da Zona Norte, de que ele, membros de sua equipe e pessoas dessas famílias, vêm recebendo ameaças de morte. "Nós estamos enfrentando problemas que não foram criados por nós e sem dúvida alguma, preocupados em dar uma boa qualidade de vida à população do Estado do Amazonas”, completou.

Foi tocando obras por Manaus e pelo interior com recursos represados, manteve sua conduta correta e lançou Rebecca Garcia como alternativa nas eleições suplementares, negando-se a deixar usarem a máquina do governo para eleger Amazonino Mendes, que foi lançado com apoio do cacique de seu partido, Omar Aziz. "Não me calo e não me curvo. Eles avisaram: Davi, após as convenções vamos assumir as secretarias para eleger o Amazonino. Me neguei e mantive o ritmo da minha administração", disse à época.
Desde então vem sofrendo ataques dos candidatos e dos aliados. Seu maior crítico tem sido o prefeito Artur Neto, que inclusive o acusou de querer a eleição indireta e foi ao TRE-AM pedindo que o mandado interino de Davi Almeida seja encurtado, sem respeitar período de transição entre duas gestões.
Não bastasse isso, Artur se dispôs a resolver a questão de segurança. Logo ele, que não conseguiu até hoje nada em relação ao transporte coletivo (prometeu renovar a frota e o Sinetram entregou apenas 30 ônibus "novos", mas retirou 54 de circulação por não terem condições de circular), que não consegue tapar os buracos que só aumentam a cada dia.
Hoje o desafio é sair do Centro para chegar na Cidade Nova em um curto espaço de tempo, pois a famigerada faixa azul é uma fábrica de multa. Sem contar que a mais cara ciclovia do planeta foi feita por Arthur Neto, no valor de 18 milhões e sequer circulam bicicletas.
Como disse o próprio Davi Almeida: "acorde cedo prefeito, e vá trabalhar pelo povo que o elegeu".

Fonte: Amazônia Web Noticias 

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