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Ex-governador José Melo e preso pela PF em nova etapa da Operação Maus Caminhos em Manaus.

MANAUS – A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira, 21, o ex-governador do Amazonas José Melo (Pros) foi preso na 3° etapa da Operação Maus Caminhos.

Os agentes federais cumprem 15 mandados de busca e apreensão. Melo foi preso em casa e a PF também esteve em um salão de beleza de propriedade de Edilene Melo.

A Operação Maus Caminhos, deflagrada em setembro de 2016, investiga fraudes em contratos de serviços de saúde pública na gestão do ex-governador, que teve o mandato cassado em maio deste ano por compra de votos na eleição de 2014. Os desvios passam de R$ 110 milhões.

Nota da PF

Manaus/AM – A Superintendência Regional da Polícia Federal no Amazonas, como o apoio da CGU – Controladoria Geral da União, deflagrou nesta manhã, 21/12, a terceira fase da Operação Maus Caminhos, denominada OPERAÇÃO ESTADO DE EMERGÊNCIA, que tem como objetivo investigar os crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de capitais e de organização criminosa, envolvendo o ex-governador do Estado. A investigação abrange os crimes praticados pelos membros da organização criminosa alvo da primeira fase que corromperam diversos agentes públicos do Estado do Amazonas, por meio do pagamento de propina, utilizando-se de recursos públicos desviados do Fundo Estadual de Saúde, para o fim de obter o direcionamento de contratos, acelerar a liberação de pagamentos e acobertar os ilícitos praticados. O nome da OPERAÇÃO ESTADO DE EMERGÊNCIA é uma referência à situação de calamidade pública que se encontrava a prestação de serviços públicos de saúde no Estado, sendo decretado pelo então governador, em 31 de agosto de 2016, o estado de emergência econômica na saúde estadual, mês anterior à deflagração da primeira fase da Operação MAUS CAMINHOS. Na ocasião criou também o GABINETE DE CRISE, composto pelas secretarias Estaduais de Saúde, da Casa Civil, da Fazenda e de Administração e Gestão, cujos secretários foram presos na OPERAÇÃO CUSTO POLÍTICO. Os fatos relacionados ao envolvimento do ex-governador do Estado somente apareceram após o avanço da investigação e dão conta de que o chefe maior do executivo estadual recebia pagamentos periódicos dos membros da organização criminosa. Nesta fase foram cumpridos 07 mandados de busca e apreensão e 01 mandado de prisão temporária, em Manaus e em Rio Preto da Eva/AM. C

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