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PMs devem antecipar a paralisação dos trabalhos e Amazonino lacra como inimigo da Polícia.

AMAZONAS - Os policiais militares devem antecipar a segunda fase da Operação Defesa, quando os PMs não devem sair às ruas.
Até então, o aviso era para o dia 15 de março, mas será antecipado, segundo a Associação de Praças do Estado do Amazonas (Apeam).

A informação é do presidente da entidade, Gerson Feitosa. No mês passado, policiais decidiram em assembleia geral decretar a Operação Defesa, que consiste na paralisação do auxílio dado a Polícia Civil em serviços básicos como diligências e, busca e apreensão.

“Mães, filhos, maridos, esposas, os familiares não vão deixar os PMs saírem do quartel neste dia da segunda fase da Operação Defesa”, afirmou Feitosa.
No dia 1º deste mês, os PMs fizeram um protesto na frente da sede do Governo do Amazonas cobrando as promoções autorizadas pela Lei 4044, das promoções especiais, considerada inconstitucional pela Procuradoria Geral do Estado (PGE).
Além disso, eles pediram reajuste salarial de 30%. A data-base da categoria é no dia 21 de abril.
No mesmo dia, os policiais ainda estiveram na Assembleia Legislativa do Estado (ALE), onde participaram de uma audiência pública.

Amazonino e seu passado contra a Segurança Pública
Em 1989 Amazonino atentou contra a Constituição Federal extinguindo a Polícia Civil, alegando que a mesma estava podre e corrupta. Conforme a constituição, legislar sobre as polícias é atribuição do Congresso Nacional. Isso inclui extinguir, unificar e outros. A avalanche de ações judiciais impetradas por delegados e policiais colocados em disponibilidade fizeram Amazonino restaurar o "status quo". O então governador teve que pagar vencimentos atrasados de todos os profissionais de Segurança Pública. 

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