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Urgente – Foi concedido em Brasília o HC para os ex-secretários envolvidos na “Operação Maus Caminhos”, denominada "Custo Político"


AMAZONAS – O HC foi concedido em prol dos ex-secretários envolvidos na Operação Maus Caminhos, denominada operação “Custo Político”, entre os presos estão os ex-secretários de Saúde do Amazonas, Pedro Elias e Wilson Alecrim - ambos com prisão preventiva. A decisão deve ser publicada amanhã.


ENTEDA O CASO
Ex-secretários de governo no Amazonas foram presos durante a Operação Maus Caminhos, denominada operação “Custo Político”. Eles são suspeitos de integrar uma organização criminosa que desviou mais de R$ 20 milhões da área da Saúde.

Entre os presos estão os ex-secretários de Saúde do Amazonas, Pedro Elias e Wilson Alecrim - ambos com prisão preventiva; Aroldo Pinheiro, ex-subcomandante da Polícia Militar (prisão preventiva), e Raul Zaidan, ex-chefe da Casa Civil (prisão temporária). Os nomes foram confirmados no fim da manhã durante coletiva de imprensa na sede da Polícia Federal, em Manaus.
Além disso, um ex-secretário de Administração e Gestão, bem como dois ex-secretários executivos da Secretária de Saúde do Amazonas também são alvos da operação. Eles não tiveram as identidades reveladas.

A Operação teve o objetivo investigar crimes de corrupção ativa, passiva, lavagem de capitais e de organização criminosa.
A Polícia Federal informou que a partir da análise do material colhido na primeira fase da Maus Caminhos foi instaurado um inquérito e constatou-se mais irregularidades. A partir disso, chegou-se a alguns secretários do governo.

“A investigação conseguiu detectar que os pagamentos se referiam para obter vantagens dentro da administração pública, obter facilidades, além disso, conseguir que todo o esquema funcionasse sem sofrer nenhum tipo de impedimento. Além da interferência política que esses secretários entregavam em troca do pagamento de propina, o que se observa é que cada secretário tinha uma função um pouco diferente", afirmou o delegado da Polícia Federal, Alexandre Teixeira.

A Justiça determinou o bloqueio dos bens e valores dos investigados no montante de aproximadamente R$ 67 milhões visando o futuro ressarcimento do Estado.


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