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Alessandra Campêlo denuncia perseguição política e judicial em Manacapuru-AM

MANACAPURU- A líder comunitária Klisiane Menezes Nóbrega, da Associação São Francisco, em Manacapuru (68 km distante de Manaus), está sendo vítima de perseguição política e judicial no município.
A denúncia partiu da deputada estadual Alessandra Campêlo (MDB), presidente da Comissão da Mulher das Famílias e do Idoso da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam).

Segundo a líder comunitária, funcionários da prefeitura em conjunto com o oficial de Justiça Elizeu Teixeira e policiais militares do município estariam cometendo diversas arbitrariedades contra ela e sua família. O motivo seria uma disputa por um terreno na comunidade que fica no km 7 da rodovia que dá acesso a Novo Airão.

Klisiane, que atua na defesa dos interesses dos pequenos proprietários rurais e denuncia constantemente os invasores da área,  levou o caso ao conhecimento da Comissão da Mulher e recebeu o apoio da deputada, que se pronunciou sobre o caso na Sessão Plenária desta quarta-feira (23).

“Ela veio me relatar ontem na Comissão da Mulher e pedir ajuda, pois está sendo perseguida pelo prefeito de Manacapuru bem como por um funcionário da prefeitura conhecido pela alcunha de Carlinhos e sua irmã que estão tentando invadir um terreno lá na comunidade onde ela vive com outros comunitários. Para isso estão se utilizando da ajuda de um oficial de Justiça que tem em mãos uma notificação de uma denúncia que foi forjada”, explicou Alessandra.

De acordo com a deputada, a perseguição não se restringe a Klisiane. Até o marido da líder comunitária, Adson Carneiro, chegou a ser coagido em seu ambiente de trabalho pelo oficial de Justiça e por dois PMs que o acompanhavam durante a abordagem.

“Vou pedir ao Tribunal de Justiça as providências cabíveis imediatamente. Quero dizer a esse oficial, senhor Elizeu, que a dona Klisiane não está sozinha. A Comissão da Mulher da Assembleia Legislativa está vigilante e qualquer atitude arbitrária será exemplarmente punida, em especial se tratando de uma mulher. Ele não vai usar de arbitrariedade, nem ele nem o prefeito de Manacapuru e nenhum servidor público”, afirmou Alessandra.

A presidente da Comissão da Mulher informou que enviará um ofício relatando o caso diretamente ao presidente do TJAM, desembargador Flávio Pascarelli. No documento, a deputada cobrará providências da Corregedoria do órgão contra o oficial de Justiça de Manacapuru.

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