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Alessandra Campelo reafirmou apoio aos PMs, Bombeiros e servidores da UEA em votação de vetos, apesar da derrota para o governo

AMAZONAS - Na sessão do dia 20.06, repleta de polêmicas entre a base governista e a oposição, a deputada estadual Alessandra Campêlo (MDB) reafirmou sua independência na defesa dos servidores públicos, especialmente os policiais militares e bombeiros militares que lutam pelo pagamento da reposição salarial a qual têm direito.


Como não houve acordo entre as forças políticas na Sessão desta quarta-feira (20), o presidente da Casa, deputado David Almeida (PSB), retirou de pauta o veto do Governo ao reajuste dos servidores da Segurança Pública. Para Alessandra, o impasse se deve ao clima eleitoral que tomou conta do Parlamento nos últimos dias. A deputada ressaltou sua independência para apresentar uma proposta que garanta a reposição da categoria.

“Está tendo aqui um cabo de guerra e nenhum lado quer ceder, essa é a realidade, e quem está sofrendo é o policial militar. Gente, não interessa se o governador vai anunciar entregando viaturas, se ele vai mandar (uma nova mensagem para a Assembleia), se vai chegar à noite”, disse a líder do MDB.

Em seu pronunciamento, Alessandra manifestou sua luta a favor de um aumento superior a 4% como querem os PMs e Bombeiros. Ela ressaltou que, independentemente de questões eleitorais, defende a categoria desde 2015. Desde aquele ano, a deputada assumiu o compromisso de lutar por promoções, auxílio fardamento, aumento de ticket alimentação, armamentos e viaturas.

“O policial quer algo efetivo no bolso, agora vocês vão ficar aqui numa guerra eleitoral, pelo amor de Deus, só não enxerga quem não quer. Estão transformando a Assembleia Legislativa num debate eleitoral, antecipando as eleições, mas quem está sofrendo com isso é policial militar. Quem é que está preocupado de verdade com o policial que está na rua e quer um reajuste?”, questionou Alessandra.

Saúde e UEA

Na votação das outras matérias da pauta do dia, a parlamentar votou contra o veto do Governo à emenda que previa o adiamento do reajuste dos servidores da Saúde de 2020 para 2019. Alessandra também votou contra o veto do Executivo à emenda do deputado Josué Neto (PSD) que combinava os critérios de antiguidade e qualificação para prestigiar quem tem mais tempo de carreira no quadro de professores da Universidade Estadual do Amazonas (UEA).

Em ambas as matérias, a situação conseguiu manter, apesar da derrota do Governo na votação por 12 a 10. Para derrubar o veto eram necessários 13 votos da oposição.

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